Natu escreveu:
A hipótese de Nêmesis continua de pé, pois, dando uma fuçada naqueles links sobre Alfa do Centauro que o Zeca passou - eu disse que "não ia perder o meu tempo lendo aquilo" (e se aparece algum "inca centauriano" por lá? Deus nos livre!), mas eu olhei os links sim - e, a "Próxima Centauro" é uma estrela vermelha um pouco maior que Júpiter - se é que se pode chamar aquilo de "estrela". Ela não tem sequer condições de fornecer 1/100 da energia que o Sol despeja sobre a Terra, grosso modo falando... Assim, é bem possível que haja uma anã marron - quase "seca", mais raquítica que a Próxima do Centauro - girando em torno do Sol.
No 7º ENAST, em Brotas - SP (perto de Bauru) o Mourão vai dar uma palestra sobre a importância do Trânsito de Vênus, pois esse tipo de trânsito certamente deve acontecer em outros sistemas solares, e os astrônomos cogitam da observação de possíveis pontinhos escuros na superfície luminosa das estrelas, que, certamente, se especulará que são planetas fazendo o seu trânsito em torno da estrela sobre a qual giram.
Lá no Formação de Galáxias têm um monte de "tarefa de casa" p/ fazer, isso sim... :o Nós postamos um monte de links sobre a origem das galáxias, a maioria em inglês, mas eu mesmo só li um deles até agora :oops: (dos links em inglês).
Façam uma visitinha lá e contribuam, pois de mim mesmo não posso tirar nada, afinal eu não sei nada sobre aquele assunto, estou aprendendo somente.
Abraços,
A primeira vez que tive contato com a hipótese de
Nêmises foi através de um artigo do Isaac Asimov.
Ali, ele explicava que a maioria das estrelas já estudadas são múltiplas. Por que, então, seria o Sol uma excessão ( apesar do fato de Júpiter poder ser considerado uma
quase-estrela resolve em parte este problema)
?
Mencionava também a questão do maciço desaparecimento periódico de espécies na Terra, a última comprovadamente relacionada com a queda de um asteróide ( recentemente, foram encontradas evidências de que a maior de todas as extinções conhecidas, a do Permiano, também estaria relacionada com a queda de um bólito ).
Escreveu que uma estrela companheira poderia, periódicamente, ao aproximar-se do Sol, perturbar a Nuvem de Oort ( região além de Plutão ) e enviar uma chuva de cometas para a parte interna do Sistema Solar.
Abraços.